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sábado, 21 de setembro de 2013

Batom Hidratante FPS 8 Vermelho 45 - Natura Aquarela

Eesse batom foi indicação do blog Beleza Vegana da +Eliana Christina. Adorei descobrir que é Vegan, mas estou querendo mesmo o Red Velvet da Wet n Wild. Porém é um pouco mais complicado, porque tenho de comprar pela internet e quem compra é minha mãe, ela não gosta... aí eu evito.


Primeiro eu me apaixonei pelo designer! E se não me engano, essa parte debaixo (marrom) é feita da casca do coco. Pessoalmente a cor dele é um pouquinho diferente do que mostra a imagem, mas é linda de qualquer jeito.

Gostei muito do "ponto de cremosidade", ele é cremoso, porém não em excesso. Batons cremosos demais geralmente ficam grudando e escorrendo, e não é nada agradável. Adorei a pigmentação, ele desliza super bem nos lábios, não é aquele tipo de batom meio duro que  às vezes precisa ficar "esfregando". Não sei vocês, mas já usei batons... como eu posso dizer? "secos". Batons secos.

Ele tem um cheiro bem fraquinho, que não faço ideia do que é. Porém não é nada enjoativo.  O legal é que dependendo da maneira como você  passa, dá para deixar um efeito mais brilhante ou fosco. Mas não há nada de glitter ou purpurina nele. Ele dura por um tempo razoavelmente bom e dá um pouquinho de trabalho para remover completamente, geralmente eu  borro quando estou passando, então gosto de ter sempre um cotonete com demaquilante por perto.

Na embalagem dele diz que: "... deixa seus lábios hidratados por até 8 horas após sua aplicação. Sua textura emoliente desliza suavemente sobre os lábios, deixando-os também protegidos, devido à presença do FPS 8." Se ele protege mesmo do sol eu já não sei, porém não senti que realmente hidrata como vem dizendo. Também há uma advertência: "Este produto não é um protetor solar."


COMPOSIÇÃO: RICINUS COMMUNIS SEED OIL, DECYL OLEATE,POLYETHYLENE, ETHYLHEXYL METHOXYCINNAMATE, CERESIN ,HYDROGENATED CASTOR OIL, COPERNICIA CERIFERA CERA, ISOPROPYL PALMITATE, GLYCERYL ABIETATE, ALUMINUM STARCH OCTENYLSUCCINATE, AROMA, ETHYLHEXYLGLYCERIN, CANDELILLA CERA, BHT, CI 77891. PODE CONTER/PUEDE CONTENER: MICA, CI 77491, TIN OXIDE, CI 77492, CI 77499, CI 12085, CI 15850, CI 19140, CI 45410, CI 17200, CI 42090



sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Depilação Facil - My Spring It

Desde pequena sempre me incomodei bastante com  meus pelinhos da região do buço, pois eles são muitos e escuros. Eu já tentei vários métodos para depilar, mas nenhum deles 
nunca funcionou direito até eu encontrar esse maravilhoso depilador!

 


Antes de me tornar Vegetariana comecei a usar cera, porém não funcionou. Eu achava muito doloroso e normalmente ela me causava crises alérgicas. Além do mais, ter de ir ao salão de semana em semana não era nada agradável.

Depois tentei usar cremes depilatórios e a situação foi ainda mais desastrosa! Só tenho lembranças ruins das vezes que usei. As crises alérgicas foram tão fortes que minha pele ficou toda machucada e demorou dias para voltar ao normal, e para piorar, eu mal consegui remover os pelos. 

Usei pinça e linha, mas não obtive êxito com nenhuma das duas. A pinça porque remove pelo por pelo, e como tenho muitos, ficava super complicado. E a linha requer prática e treino, no entanto, comigo não deu certo.   

Eu estava bem desesperada pois nada funcionava, até que procurando e procurando, encontrei a tal da My Spring It. Ela é uma espécie de mola que parece um cotonete gigante com duas hastes de plástico para segurar. Super prática, remove os pelos desde a raiz, quase não dói e pode ser transportada para qualquer lugar dentro da bolsa. E o melhor de tudo, não me causou alergia!

Para usá-la é simples: "dobre" a mola até ela ficar em formato de U invertido, encoste na região a ser depilada e faça movimentos circulares de dentro para fora. Clique aqui para entender melhor. E no YouTube também há alguns vídeos ensinando como usar.

Antes de depilar, normalmente eu limpo a região do buço com água fria e sabonete neutro de glicerina vegetal para remover a oleosidade da pele, em seguida molho com um pouco de água morna e uso uma toalha para secar. Acredito que o resultado é mais eficaz.

Quando comprei a My Spring It (início do ano passado), eu não entendia muito sobre testes em animais e estava começando a tentar boicotar algumas empresas. Então acabei não me informando sobre a mola, mas depois, através de uma postagem do blog Life & Vegan stuff  da +Jess Dias ,  descobri que ela é Cruelty Free.

Comprei a molinha no Mercado Livre com a Iraima Bagni, a vendedora foi super atenciosa e o produto chegou rápido. Para comprar com ela também clique aqui.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Resenha: Shampoo Antirresíduos — Belo Fio

Desculpem pelo texto enorme, tentei resumir mais, mas não consegui..
         
"O shampoo antirresíduo ou de limpeza profunda é indicado para retirar o excesso de produtos químicos que com o passar do tempo vão se acumulando nos cabelos, como condicionadores, leave-ins, reparador de pontas, oleosidade e outros. Também é muito importante para uso profissional.

Os vestígios dos produtos químico nos cabelos, com o tempo, irão deixá-los sufocados e sem brilho podendo até mesmo provocar queda dos fios e descamação do couro cabeludo, e para removê-los com eficiência é preciso mais que um shampoo convencional e é onde o shampoo anti-resíduo é recomendado, ótimo para limpar profundamente os fios."  FONTE: Cabelos e Cortes 

 

A Belo Fio é Cruety Free, os produtos vem com o selo NÃO TESTADO EM ANIMAIS e alguns  recebem também o selo de 100% VEGAN, que é o caso desse shampoo. Ele é bem natural pelo que diz na embalagem - ponto positivo - e não é específico para um tipo de cabelo, então poder ser usado em qualquer um. Ah, e AVISO: Já vi a Belo Fio sendo citada como Vegana, mas somente alguns produtos possuem o selo vegan.   
 No rótulo tem um bocado de informações: Com hidratante progressivo orgânico. Sem Sal*, Parabenos e Corantes. Remove as impurezas e limpa profundamente. Aloe Vera e Pepino. Livre de Parabenos e Corantes *Sem Adição de Cloreto de Sódio. Com Hidratante Progressivo Orgânico: Ingrediente natural orgânico que funciona como poderoso hidratante e mantém o cabelo saudável por muito mais tempo (aumento de 67% de hidratação na aplicação e 114% após 3 horas). Esse ativo inovador é obtido de plantas xerófitas de fontes renováveis. 
Lendo sobre shampoo antiressíduos em blogs/sites, vi algumas pessoas dizendo que quem tem o cabelo crespo/cacheado deve passar longe desses shampoos pois eles ressecam demais e nossos cabelos naturalmente são (um pouco) ressecados. Sim, ele resseca, mas assim como qualquer cabelo o nosso também acumula produtos. O correto é fazer hidratação e ter uma boa alimentação para não apresentar problemas. Aqui você encontra como deve usar o Shampoo Anterresíduos em cada tipo de cabelo, identifique o seu e boa sorte! 
Decidi comprar o antirresíduos porque eu estava sentido minha raiz um pouco oleosa e aparentemente com acúmulo das coisas que utilizo. Confesso que fiquei morrendo de medo de usá-lo, para usar fiz um verdadeiro ritual. Foi assim, comprei o shampoo em um dia (sábado) e usei no outro (domingo). Sábado à noite eu fiz umectação nas pontas, usei Azeite de Oliva morno, Óleo de Coco e Elixir Reparador da Acquaflora, e dormi com tudo isso no cabelo. 
No domingo, pela manhã, eu fui lavar os cabelos. Molhei (é claro) e passei um pouco do shampoo na raiz, massageei bem - comecei a sentir meu cabelo duro o que foi me deixando desesperada - e  deixei o tempo recomendado na embalagem, dois minutos. Enxaguei e... os dedos mal passavam na raiz do cabelo. Estava duro, arrepiado, ressecado. Tive um momento de raiva, mas relaxei e acreditei que iria ficar tudo bem.  
Olhando para os meus cabelos no espelho, desesperada e quase arrependida, eu respirei fundo e dividi ele em algumas partes. Peguei minha mistura de maisena com condicionador, enluvei mecha por mecha e com dificuldade fui penteando uma a uma. Terminei de pentear acreditando que o cabelo demoraria pelo menos duas semanas para se recuperar do estrago. 
Após ter hidratado, enxaguei e finalizei com Yamasterol (em breve resenha). Aguardei secar naturalmente e para minha surpresa junto com felicidade o cabelo estava normal. Não ressecou, não desmanchou meus cachos, nada nada. Quase pulei de tanta alegria! No rótulo dele diz: remove as impurezas e limpa profundamente sem ressecar. Eu acredito que não tenha ressecado por causa do meu "ritual" e não porque o shampoo não deixa. A única parte que ficou um pouquinho, porém quase nada, ressecada e arrepiada, foi a raiz.

Nota 10 para ele: o shampoo funciona, limpou direitinho a raiz! Deu aquela sensação boa de limpeza e removeu  a oleosidade. Apesar de ser de Aloe Vera e Pepino, o cheirinho é de limão. É transparente e um pouco grudento. Lembra gel, mas é mais mole. Faz bastante espuma e espalha fácil, não é necessário encher o cabelo. Deve-se tomar o cuidado de não passar em exagero, pois na hora de enxaguar ele escorre e desce para as pontas, e shampoo em exagero nas pontas só serve para ressecar.

Lembrando que cada cabelo reage de maneira diferente, deu certo no meu, porém pode não funcionar no seu. Hidratação e boa alimentação, como eu já disse, são essenciais para um cabelo bonito. A minha raiz não estava oleosa em exagero, se a sua for, talvez não funcione. Contudo, só saberá testando. E desmentindo os sites/blogs que disseram que cachos não podem usar antirresíduos, eu digo que podem sim, com tanto que sejam bem cuidados. Mas olha lá, não adianta cuidar só depois, ele deve estar saudável antes!  

COMPOSIÇÃO: SODIUM LAURETH SULFATE, COCAMIDE DEA, COCAMIDOPROPYL BETAINE, AQUA, DISODIUM EDTA, DMDM HYDANTOIN, CITRIC ACID, PARFUM, PEG/PPG-120/10 TRIMETHYLOLPROPANE TRIOLEATE, LAURETH-2, POLYQUATERNIUM-10, CUCUMIS SATIVUS FRUIT EXTRACT, ALOE BARBADENSIS LEAF EXTRACT, PROPYLENE GLYCOL/PELVETIA CANALICULATA EXTRACT, PEG-12 DIMETHICONE, PROPANEDIOL/GLYCERIN/SALVIA SCLAREA EXTRACT/SODIUM BENZOATE/POTASSIUM SORBATE.


quinta-feira, 4 de julho de 2013

Hidratação com Amido de Milho

Lá vou eu falar de cabelos outra vez. Dessa vez é uma Hidratação com Amido de Milho, popularmente conhecido como maisena, mas a  Maizena  mesmo é da Unilever que testa em animais. Então procure outra marca!

  

     Ela é ótima para hidratar os cabelos, qualquer tipo, liso ou cacheado! Deixa o cabelo bem macio, brilhoso e diminui o ressecamento. Após a lavagem com shampoo, o ideal é que divida o cabelo em várias mechas e vá passando em cada uma um pouco da mistura e penteando.  
       
        Você vai precisar de:
  • Uma colher (sopa) de maisena. 
  • Uma xícara com água. 
  • Condicionador 
        Coloque a água e a maisena em uma panela, leve ao fogo, deixe ferver um pouco e vá mexendo até ficar uma massa homogênea e transparente. Quando estiver parecendo um mingau, está pronto. Depois adicione duas colheres (sopa) de condicionador e mexa bem. Então é só passar nos cabelos e me contar o resultado! 



sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Por que produtos naturais e caseiros são melhores?

Primeiro, tudo que é natural é melhor. Composições químicas, por mais que façam bem, podem causar algum dano.


Produtos caseiros, é claro, são naturais. Normalmente são livres de ingredientes de origem animal, a não ser que na receita você use leite, mel... ou algo do tipo. E não são testados em animais! 

Se o produto é natural, com certeza ele irá fazer melhor a você do que aqueles que são cheios de composições químicas feitas em laboratórios. A maioria dos ingredientes presentes em produtos de beleza (principalmente) são desconhecidos  por nós. O que são aqueles nomes bizarros? Como foi formulado tudo aquilo? Como posso ter certeza de que com o tempo eles não me farão mal?

Se você é veg(etari)ano, produtos feitos em casa são bem melhores, porque você tem certeza de que são totalmente livres de ingredientes de origem animal. O que é bem mais satisfatório na hora do uso! Comprar o produto pronto, por mais que você leia todo  o rótulo, sempre vai ficar aquela dúvida. "Será?"   

Se você faz o produto em casa, assim como sabe que ele é livre de ingredientes de origem animal, sabe também que ele não foi testado em animais. Comprar alguma coisa é sempre uma complicação, porque ou você tem que ter uma boa memória e decorar as marcas que testam e não testam ou carregar sempre a lista com você. E às vezes ainda fica na dúvida se a informação que te passaram em relação a marca é correta.

E ainda tem a questão da "concentração". Fazendo o produto em casa, você pode ter a quantidade que quiser e bem concentrado! Quando fiz o óleo de coco, fiquei observando a pouca quantidade de óleo que consegui extrair. E a partir disso fiquei pensando, "que tanto de óleo colocam naqueles cremes?" Imagino que seja bem pouco, porque para conseguir muito leva tempo e dinheiro. E quem faz  o produto não quer ter esse trabalho, certo? 

Quiabo para Cabelos Afros

Vai uma "babinha de quiabo" nos cabelos? 


Já sei o que  muita gente está pensando, "ECAA!"  Mas não é ECA, é apenas um vegetal como tantos outros e muito saudável! 
Confesso que não gosto muito de quiabo, tenho agonia de engolir aquela "baba" que ele solta. Estou tentando me acostumar, mas está complicado. Existe uma maneira de se fazer o quiabo retirando a baba que dá para comer sem problemas. Clique aqui  e veja.
Agora voltando para o assunto de quiabo para cabelos...
Eu gosto de usar essas receitas naturais/caseiras, pois acredito que façam melhor para o cabelo pelo fato de não terem produtos químicos envolvidos. 
Meu cabelo, como eu já disse anteriormente, é extremamente complicado de cuidar, então vivo pesquisando maneiras para me ajudar a manter meus cachinhos. 
Faz um tempo, eu usei um creme de quiabo, ele deu um bom resultado, o problema é que era muito oleoso e não gostei. Então achei que seria melhor eu passar o quiabo puro no cabelo...
Agora a receita! 

"Esta dica é para cabelos afros, pois geralmente eles necessitam de muita hidratação, e esta receita é super potente, mas se você não tem cabelos afros, mas sente que eles estão muito ressecados, pode fazer, que também se beneficiará." 

A receita é muito simples, vocês irão precisar de :



  •          5 quiabos pequenos
  •          Meio copo de água



Pique os quiabos e coloque na água. Amasse com as mãos até soltar toda a baba. Depois coe e aplique nos cabelos já lavados com xampu e úmidos. Esta hidratação deve permanecer nos cabelos por duas horas. Depois desse período  enxague e aplique o seu condicionador preferido.



— Na hora de aplicar eu usei junto com o condicionador. Penteio meu cabelo sempre com creme quando faço hidratação. E isso demora muuuito. Mas se você deixa o condicionador por aproximadamente 20 minutos e depois retira, acredito que seja melhor passar depois do xampu mesmo e deixar o tempo que a receita indica.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Como fazer Óleo de Coco

Qual a vantagem de fazer óleo de coco em casa? 
Porque você tem certeza de que ele é 100% natural, 
cruelty free e livre de ingredientes de origem animal! :)

 

1- Compre 02 cocos como os da foto acima.

2- Fure o coco para retirar a água e separe esta água.


3- Parta o coco com o auxílio de um martelo


4- Tire a parte branca com o auxilio de faca, (a parte marronzinha que fica grudada na

“carne” do coco não precisa ser retirada.) 


5- Corte em pedacinhos a “carne” do coco


6- Coloque os pedacinhos que você picou junto com a água do coco no liquidificador, acrescente mais 01 copo de água grande e bata até ficar no ponto de uma consistência cremosa.



7- Separe um pano de prato limpo.



8- Separe um recipiente, ( panela, pote grande, tapaué ect. )


9- Agora com este pano de prato coe a mistura cremosa torcendo o pano até não sair mais líquido dentro do recipiente.



10- Deixe este líquido do recipiente de preferência de alumínio repousar por um dia.



11- No dia seguinte vai está uma camada pastosa na parte de cima, pegue esta camada pastosa e coloque numa panela e leve ao fogo para fritar.



12- Na medida que vai fritando o óleo vai se desprendendo. Quanto mais você fritar mais óleo vai sair.


E pronto!!!


Obs:. Para se obter mais óleo basta deixar repousar por 02 dias ao invés de 01.


Você também pode fazer assim:


No primeiro dia pegue apenas um pouquinho da pasta cremosa para fritar e extrair o óleo e deixe o resto descansando mais um dia para poder extrair um pouco mais. Não se esqueça de colocar a água de coco no liquidificador para bater junto com a carne do coco. Por isso não caia na tentação de beber a água do coco.


Muitas pessoas não conseguem extrair muito óleo como porque não fritam a massa até o final. Use uma colher de pau para amassar aquela massa e assim extrair mais óleo com ela ainda no fogo.



Não tenham medo de deixar essa massa queimar, o óleo de coco natural consegue suportar altas temperaturas sem perder suas propriedades, por tanto quanto mais ao fogo a massa estiver mais óleo você terá. 








Está aprovado? Siiiiiiiiim!  
Eu fiz o óleo mas não usei a água do coco, usei água normal do filtro. Separei em duas partes o coco picado para ficar mais fácil na hora de bater, bati a primeira parte e depois a segunda, não usei uma quantia X de água, coloquei uma quantidade necessária para cobrir o coco.
Deixei descansar por mais ou menos 12 horas. Isso deu uma noite e uma parte da manhã. Consegui extrair aproximadamente 50 ml de óleo.
Da próxima vez que eu fizer, usarei mais cocos e deixarei descansar por mais tempo, para conseguir mais óleo.
Este óleo é indicado para cabelo, pele, emagrecimento, etc. Atualmente estou usando  junto com a hidratação em meus cabelos, não sei se foi apenas o óleo (quando fiz a hidratação, usei junto  "baba de quiabo" - em breve deixo a receita aqui), mas meu cabelo está bem macio, brilhoso, os cachos estão definidos e nem me deu trabalho na hora de pentear. 
Você usa? Ou já usou? Deixe sua opinião. E boa sorte para quem vai fazer!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Dilema em Lojas de Cosméticos

É sempre a mesma coisa. Uma complicação na hora de comprar algum produto, principalmente produtos para cabelos. E é por isso que eu não gosto muito de vendedor andando atrás de mim...


               
         Toda vez que vou em lojas de cosméticos tenho alguns "probleminhas",  pois os  antes de comprar qualquer produto, estes precisam passar por uma avaliação rigorosa (HAHA). Tenho de verificar se são livres de testes  e livre de ingredientes de origem animal, o que me dá um trabalhão. As marcas que testam e não testam normalmente eu já sei, mas o problema é a composição - a Bio Extratus, por exemplo, não testa, porém a maioria dos produtos contém queratina, colágeno... -  Há aqueles produtos 'de sempre', que já sei a composição e o resultado no cabelo, mas e quando acontece dele estar em falta? Ou eu vou em algum lugar que definitivamente não vende? Bem, então precisarei comprar outro. E lá vou eu olhar os ingredientes.
       Acontece assim: entro na loja de cosméticos, um vendedor me cumprimenta, eu o cumprimento também, e vou para a sessão de produtos para cabelo.  Quando olho para trás, tem um atendente ou mais de um atrás de mim.   Começam a me oferecer vários cremes , são tantos que mal consigo olhar. "Esse aqui, olha, é bom para cabelos cacheados." "Olha, tem esse aqui também que é ótimo." "Ah, olha esse com colágeno, é uma maravilha!" — Eles dizem. — Eu pego, dou uma olhada, mas na maioria das vezes devolvo, pois quase todos tem colágeno, queratina ou tutano. Então eles me perguntam porque eu não  quero, e respondo que só uso tutano vegetal, colágeno vegetal e queratina vegetal. Os  atendentes ficam confusos, alguns me perguntam o porque disso, outros não dão muita atenção, guardam os cremes e vão atrás de mais marcas.
      Eu fico então, sozinha. Ou não. Vou selecionando as marcas, verificando a composição e lendo no rótulo o que os produtos prometem fazer no cabelo. Eu preciso de produtos muito bons, porque o meu cabelo é cacheado (na verdade ele está mais para o lado do crespo), frágil, volumoso e resseca com uma facilidade imensa. E de jeito nenhum eu desisto dos meus cachos, nem dos meus animais. Foram duas coisas as que decidi: não alisar meu cabelo, e não deixar de ajudar os animais pelo simples fato de estar sendo complicado.
     Os cremes precisam fazer as seguintes três coisas: reduzir volume, definir cachos e acabar (ou pelo menos diminuir) o frizz. Já deu para imaginar o quanto é complicado conseguir esses efeitos apenas com produtos vegetais, não é? Enfim, é isso. Ah, estou aberta a sugestões de cremes! 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Azeite de Oliva - O Demaquilante Natural

Talvez muitas pessoas já conheçam o uso do azeite como demaquilante, 
mas para quem não conhece, lá vai...



Vegano. Natural & Cruelty Free! 

O que você vai precisar: ¬¬'
• Azeite 
• Algodão 

Modo de Usar: :O
Coloque azeite num pedaço de algodão e passe sobre a região onde deseja remover a maquiagem. 
Se for remover maquiagem dos olhos, não encharque tanto o algodão, pois pode cair dentro deles. Já caiu no meu e não é nada legal!  
Após usar o azeite, lave bem o seu rosto com algum sabonete facial, ou com algum sabonete neutro, como por exemplo Granado de Glicerina Vegetal.  Em seguida hidrate com seu creme "de sempre".


Eu já usei e aprovei. Porém não gosto muito daquela sensação de óleo em cima dos olhos, (Só uso delineador, máscara para cílios e lápis. Não vejo necessidade de usar pó, base, etc.. em meu rosto.)  Mas com um sabonete — eu uso Granado — resolve, a pele fica limpinha rs E volta ao "normal".
Consegui remover até um pouco de máscara para cílios a prova d'água, quer dizer, minha máscara não é tão a prova d'água assim, pois já fiz o teste e escorreu quando passei água, claro que não saiu tudo, depois precisei o remover o resto com demaquilante. A máscara é aquela Alongadora da Vult. E assim como a água, o azeite também não removeu completamente a máscara a prova d'água.



OBS.: Não sei se é apropriado usar todos os dias, e também não sei se pode causar algum dano a pele com o uso frequente. Já vi recomendações: só usar o azeite quando o demaquilante acabar ou em outra ocasião que esteja sem acesso ao demaquilante. Então não me responsabilizo por nada! Mas se você quiser usar diariamente, boa sorte e depois me conte os resultados.



sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Queratina, Colágeno, Tutano e Lanolina.

Provavelmente você conhece esses quatro nomes citados acima, 
eles fazem parte da composição de vários produtos, principalmente para pele e cabelo. Mas você sabe de onde eles vem? E o que são?


 Queratina - Proteína encontrada em humanos e animais. No homem essa proteína está presente nas unhas e cabelo, e é importante para o crescimento dos mesmos. Para ser utilizada em processos industriais (fabricação de cremes, esmaltes, xampus, etc...), a queratina pode ser extraída a partir da e de fios de cabelo, porém, a fonte mais utilizada é a pena da galinha. 


Colágeno - Proteína encontrada em células de origem animal. Mantém as células dos tecidos unidas e as fortalece, responsável também pela cicatrização e/ou regeneração em caso de corte ou cirurgia, entre outras ações. Empresas de cosméticos fazem muito uso dessa proteína em  cremes faciais à base de colágeno retirado dos bovinos, por exemplo, para prevenir o envelhecimento humano. 


      Tutano - Tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos. Serve para fechar as escamas dos fios de cabelo. Como já disse, ela ocupa o interior dos ossos,  então para ser usada na indústria ela é retirada dos ossos do boi.


   Lanolina - Obtida como subproduto da limpeza da lã dos carneirosé uma graxa amarelada e é excretada pelas glândulas sebáceas desses animais. Encontrada em muitos produtos de beleza, serve para hidratação da pele, repõe parte da gordura perdida dos cabelos, quando é feito o uso de xampu, entre outras ações. 


Está bem claro que esses quatro componentes  trazem bons resultados. Mas e agora? Você não quer machucar os animais. Então, como faz? Temos as opções vegetais. 

Queratina Vegetal - desenvolvida a partir da combinação de polímeros condicionantes de proteínas obtidas das sementes de arroz, soja, trigo e milho. 

Colágeno Vegetal -  colágenos “sintéticos” que alguns chamam de “colágeno vegetal”, é uma mistura de produtos químicos que garantem a mesma função.

Tutano Vegetal -  é extraído da seiva do bambu, rico em sais minerais, carboidratos e proteínas. Enquanto o tutano de boi hidrata e condiciona, o vegetal faz muito mais: acrescidos de outros ativos, promete hidratar, restaurar, nutrir, tratar e proporcionar emoliencia a fibra capilar.

Lanolina Vegetal - Green Lanolin, é substituta da Lanolina Animal, mantendo as características de toque, emoliência, hidrofilidade, brilho, espalhabilidade, emulsionabilidade entre outras, com a vantagem de ser originário de fontes vegetais, praticamente inodoro e de pouca coloração.É constituída de uma mistura de ésteres de alto peso molecular, sem as impurezas e odores que a lanolina animal apresenta. Também é equivalente à lanolina anidra grau farmacêutico, sendo um agente condicionante, sobreengordurante, emoliente, ótimo emulsionante w/o, hidratante, plastificante, biodegradável e não-iônico.É solúvel em óleo mineral, palmitato de octila, miristato de isopropila, triglicérides dos ácidos cáprico caprílico dentre outros. É isento de materiais de origem animal.


E como saber se o produto que vou comprar tem algum desses componentes?  

Rótulos! É, rótulos. Pega e lê. 
Normalmente, quando algum creme de cabelo, por exemplo, tem colágeno, vem bem explícito no rótulo, logo na frente. 
Mas e se não não estiver escrito? Não é porque não está na frente, que significa que não tenha colágeno, por exemplo, em sua composição. Então você vira, olha a parte de trás, lá em Ingredientes, sim, naquelas palavras pequenas e complicadas de entender, e vai lendo. 
Às vezes está em inglês, 
Queratina - Keratin; 
Colágeno - Collagen; 
Tutano - Marrow,  
Lanolina - Lanolin. 
Se você é vegano/vegetariano tens de sair com tempo quando for comprar alguma coisa, tempo e paciência, porque vai precisar! Não adianta ir com pressa, porque se não quer fazer mau aos animais, terá de ler tudo com atenção.
E como vou saber se é vegetal ou não? Se for vai estar escrito, por exemplo, Queratina Vegetal. Quando é vegetal, na maioria das vezes vem escrito na frente mesmo, bem grande. Mas e se não estiver? Funciona do mesmo jeito, Então você vira, olha a parte de trás...


Então, é isso. O que você precisa é de tempo paciência e atenção. 
Boa Sorte e Leia os Rótulos!












quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Testes em Animais




Quase todas as experiências científicas são realizadas em animais. Experiências na área de genética, na área farmacêutica, nas descobertas de novos remédios e vacinas,na área estética, em escolas e universidades. Antes do ser humano ir ao espaço, um outro ser vivo foi enviado antes, como experiência. Empresas que fabricam perfumes, cosméticos, cremes, sabonetes realizam experiências em animais antes de lançarem suas mercadorias. Será que é justo que os animais de laboratório sofram para que 
possamos usufruir dos produtos que a vida moderna nos oferece? 


OS TESTES MAIS COMUNS

>>Teste de Irritação dos Olhos
É utilizado para medir a ação nociva dos ingredientes químicos encontrados em produtos de limpeza e em cosméticos. São observadas as reações causadas na pela e nos olhos de animais. Em testes para a irritação dos olhos, os produtos são aplicados diretamente nos olhos dos animais conscientes. Durante o período do teste que normalmente dura uma semana, os animais podem sofrer de dor extrema e mutilação e geralmente ocorre a cegueira. Para prevenir que os bichos arranhem os olhos, são imobilizados em suportes, de onde somente as suas cabeças se projetam. É comum que seus olhos sejam mantidos abertos permanentemente através de clips de metal que seguram suas pálpebras. O teste normalmente causa danos irreparáveis aos olhos dos animais, deixando-os ulcerados. No final do período eles são mortos para averiguar os efeitos internos das substâncias experimentadas. Os coelhos são os animais mais utilizados nos testes Draize porque são baratos e fáceis de manusear: seus olhos grandes facilitam a observação dos resultados.
             
           
>>Teste Draize de Irritação Dermal
Consiste em imobilizar o animal enquanto substâncias são aplicadas em peles raspadas e feridas (fita adesiva é pressionada firmemente na pele do animal e arrancada violentamente; repete-se esse processo até que surjam camadas de carne viva). Substâncias aplicadas à pele tosada do animal.

>>Teste LD 50
Abreviatura do termo inglês Lethal Dose 50 Perercent (dose letal 50%). É o teste para detectar qual a quantidade de substância que matará a metade do grupo de animais, num tempo pré-determinado, se ingerida ou inalada forçadamente ou, exposta de alguma maneira. Criado em 1920, o teste serve para medir a toxicidade de certos ingredientes. Cada teste LD 50 é conduzido por alguns dias e utiliza 200 ou mais animais. Durante o período de teste, os animais normalmente sofrem de dores angustiantes, convulsões, diarreia, supuração e sangramento nos olhos e boca. No fim do teste, os animais que sobrevivem são sacrificados. Anualmente, cerca de 4 a 5 milhões de animais nos EUA são obrigados a inalar e a ingerir (por tubo inserido na garganta) loções para o corpo, pasta dental, amaciantes de roupa e outras substâncias potencialmente tóxicas. Mesmo quando o LD 50 é usado para testar substâncias claramente seguras, é praxe buscar a concentração que forçará a metade dos animais à morte. Assim os animais têm de ser expostos a exorbitantes quantidades das substâncias proporcionalmente impossíveis de serem ingeridas acidentalmente por um ser humano. Este teste prova ser ineficaz porque os resultados variam muito dependendo da espécie do animal utilizado. Um prognóstico seguro da dose letal para os humanos é impossível de ser detectado através dos animais.

>>Testes de toxidade alcoólica e tabaco
Animais são obrigados a inalar fumaça e se embriagar, para que depois sejam dissecados.

>>Experimentos na área da psicologia
Estudo comportamental, incluindo privação da proteção materna e privação social na inflição de dor, ou seja, afastar os animais da convivência de outros animais, para a observação do medo; no uso de estímulos aversivos, com choques elétricos para aprendizagem; e na indução dos animais a estados psicológicos estressantes, como afastando-se os filhotes recém nascidos de sua mãe, por exemplo.

>>Experimentos armamentistas
Os animais são submetidos a radiação de armas químicas e biológicas, assim como a descargas de armas tradicionais. São expostos, ainda, a gases e são baleados na cabeça, para estudo da velocidade dos mísseis.

>>Pesquisas dentárias
Os animais são forçados a manter uma dieta nociva com açúcares, e hábitos alimentares errôneos para, ao final, adquirirem cáries e terem gengivas descoladas e a arcada dentária removida.

>>Teste de colisão
Os animais são lançados contra paredes de concreto. Babuínos, fêmeas grávidas e outros animais são arrebentados e mortos nesta prática.

>>Dissecação
Animais são dissecados vivos nas universidades e outros centros de estudo.

>>Práticas médico-cirúrgicas
Milhões de animais são submetidos a cirurgias nas faculdades de medicina.


ALTERNATIVAS

 São recursos educacionais ou abordagens educativas que substituam o uso 

de animais ou complementem práticas humanitárias de ensino. A educação humanitária no ensino de ciências pode ser encontrada quando: 
- estudantes são respeitados em sua liberdade de escolha e opinião 
- animais não são submetidos a sofrimento ou mortos em praticas educativas 
- os objetivos educacionais são obtidos utilizando-se métodos e abordagens alternativas 
- a educação estimula a visão holística e o respeito à vida 

Conheça as alternativas clicando AQUI 


EMPRESAS QUE TESTAM E QUE NÃO TESTAM 

Essa é uma listagem muito ruim, porque? Nem sempre estão completas, às vezes estão desatualizadas. 
Eu conheço empresas, como por exemplo a Yabae, que não realiza testes em animais, porém nem sempre está presente nas listas que os sites nos fornecem. 
O jeito é pesquisar, e ficar atento aos rótulos.
E cuidado!, há vários blogs com listas desatualizadas das empresas que testam e que não testam, um  exemplo presente em várias  dessas listas é a Avon, que havia parado de testar há 20 anos, porém voltou com os testes em 2011. 
Dá para confiar nesses sites/blogs? Sim, mas como já disse, a listas que eles fornecem muitas vezes estão desatualizadas, então faça uma boa pesquisa, não confie no primeiro que aparecer (não estou desmerecendo nenhum site ou blog!) 
A lista mais confiável é a do Projeto Esperança Animal (PEA). A página Diga não aos testes em animais  é ótima para se informar a respeito das empresas, ele fornece listas já prontas e atualizadas, e caso você tenha alguma dúvida é só perguntar que a dona da página responde. Um espaço legal também é o site ViSta-se, você pode achar algumas informações lá.  

Clica aqui 




FONTE: AILAPEA




sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Crueldade Sem Beleza (♪) — Arch Enemy

Ótima música, da banda Sueca de Death Metal Melódico, 
Arch Enemy.

 

Câmara de tortura desinfectada
Um matadouro científico
A morte deles é o preço de seu progresso
Se estas paredes pudessem falar, elas gritariam

Sem empatia
Sem dignidade

Crueldade sem beleza
Crueldade sem beleza

Retórica arcaica sua defesa fraca
Suas vítimas não têm escolha, nem voz
Olhe em seus olhos, ainda faz sentido?
Um saco plástico é seu vestido fúnebre

Sem empatia
Sem dignidade

Crueldade sem beleza
Crueldade sem beleza

Um legado do mal é o que você perpetua
O sangue deles não pode ser lavado
Em meus olhos o destino brutal que você merece
Em seus sonhos você vai ouvi-los gritar 


Vídeo Oficial: http://youtu.be/eTUTs_UzmzA
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